<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8946729311756989072</id><updated>2009-09-30T07:52:49.665-07:00</updated><title type='text'>Ser Existencial</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ser-existencial.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8946729311756989072/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ser-existencial.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Olacnog Sotnas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00304685935527432394</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8946729311756989072.post-4651827314647208207</id><published>2009-05-06T08:52:00.000-07:00</published><updated>2009-05-06T08:56:47.268-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="color:#000000;"&gt;O humano no ser existencial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ser humano é aquele que pensa a Natureza. Através da fenomenologia, ele pode ocupar um lugar de pensante de si e pode descrever essa consciência, que é o campo onde todo fenômeno adquire sentido. É como uma ascese, o sujeito busca o despojamento de si para estar purificado e propiciar a comunhão com a verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O existencialismo é um conjunto de filosofias da existência distintas entre si. A fenomenologia é a metodologia mais fundamentada para se problematizar a existência humana. As filosofias anteriores a Kierkegaard davam prioridade à existência em detrimento da essência. Kierkergaard inverteu. Disse que Deus dá a matéria-prima e o homem dá a forma para formar sua essência ao longo de sua existência. Há a possibilidade do pecado, mas é voluntário – existe o livre-arbítrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A existência precede a essência. Esta é construída pelo conjunto dos atos, por merecimento, consequências... A liberdade do ser é proporcional à sua responsabilidade. O único ser incondicionado é Deus, absoluto, sem relação de determinação. O conceito de angústia caracteriza o efeito do conflito entre o fato do ser humano ser livre e responsável concomitantemente, querendo ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As escolhas não são pacíficas, produzem angústia. A angústia existencial é inerente à constituição do ser humano. Sem ela, é como se o homem fosse esvaziado de sua alma. A loucura é da dimensão humana, porém compromete alguns aspectos da condição humana, pois impede a completude do exercício da liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A existência precede a psicopatologia. A patologia não é uma essência. A morbidade é uma qualidade que não anula o objeto a que se refere. O sujeito é muito mais do que sua possível doença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nietzsche foi um filósofo ateu, não acreditava nas questões metafísicas e religiosas. Trabalhou a vontade de realização dos instintos vitais do homem. Todos os obstáculos precisam ser combatidos. O homem como um guerreiro da existência, devendo lutar pela plenitude da alma. Visa à realização individual puramente. Inspira-se na seleção natural de Darwin. Na Natureza inexistiria questão moral. Sobrevivem os mais aptos. Hegel dizia que a realização do espírito absoluto faz com que as guerras sejam necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É existindo que o ser humano vai dar forma à matéria-prima oferecida por Deus - segundo Kierkergaard - e constituir sua essência através dos atos e omissões. A qualidade da essência do indivíduo é de responsabilidade de cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A liberdade humana é uma autonomia relativa, pois se manifesta como cunhas, brechas no indeterminismo mundano. Somente o homem pode retroagir dentro do universo determinista, exercendo sua liberdade com suas escolhas. No entanto, nunca há garantia de realização das possibilidades, o que também gera angústia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As filosofias da existência tendem a focalizar a dimensão subjetiva do ser humano, um ser finito. Este jamais será o todo, sempre será parte. Deve-se reconhecer os limites, a finitude da condição humana. A questão da liberdade só pode ser consciente, pois é voluntária e responsável. A finitude manifesta-se através das limitações, que são parâmetros determinantes em termos de conhecimento, poder, morte...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A consciência dos limites é necessária para se ter uma existência autêntica. Deve-se refletir sobre a morte, pois o homem é um ser para a morte. A lealdade para si é a capacidade de compreender isso. O bem e o mal é circunstancial. Implícito a todo ser vivo há o impulso à afirmação de ser, pois a vida quer continuar a ser sem limites, contudo sempre deparando-se com o determinismo paradoxal que lhe é próprio: a vida possui limites. Existe uma força que impulsiona o homem a viver apesar dos limites. A questão vida e morte é uma articulação fundamental. Um universo de conflitos pertence à saúde mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicado no site: O Melhor da Web em 09/12/2008&lt;br /&gt;Código do Texto: 7364&lt;br /&gt;Autor(a): TANIA MONTANDON&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8946729311756989072-4651827314647208207?l=ser-existencial.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ser-existencial.blogspot.com/feeds/4651827314647208207/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ser-existencial.blogspot.com/2009/05/o-humano-no-ser-existencial-o-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8946729311756989072/posts/default/4651827314647208207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8946729311756989072/posts/default/4651827314647208207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ser-existencial.blogspot.com/2009/05/o-humano-no-ser-existencial-o-ser.html' title=''/><author><name>Olacnog Sotnas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00304685935527432394</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='16613999801065364405'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>